Tenho lido incessantes acusações ao governo federal, sobre o
desmatamento da Amazônia.
E acho que Bolsonaro e Salles têm culpa nesse desastre
ambiental. E, mais ainda, pelo corte de bilhões de reais que eram destinados para
combater o desmatamento, entre outras coisas. Senão, vejamos: Estamos em 2019,
mais precisamente em agosto de 2019. O
Fundo da Amazônia começou a receber recursos em 2009, sendo 3,1 bilhão da
Noruega, 192 milhões da Alemanha e 0,5% restante da Petrobrás. Não vou me
alongar contando histórias, que são fatos, pesquisando, lendo diversas fontes e
não se atendo a blogs e páginas sensacionalistas e mentirosas, pagas com o
dinheiro da corrupção. Mas vamos ao que interessa:
Desde 2017, ou seja, há dois anos que a Alemanha não faz
nenhuma doação para o Fundo Amazônia
Também em 2017, “após a divulgação de que a área desmatada
aumentou 29% de 2015 para 2016, a Noruega cortou pela metade o dinheiro
destinado ao fundo – na época, uma perda de R$ 160 milhões. Mas vale dizer que,
apesar de ser o maior doador, o país nórdico não tem a ficha das mais limpas.
Naquele ano, foi revelado que a Noruega era a maior acionista de uma mineradora
acusada de contaminação na Amazônia.
Então, fica essa esquerda neurótica inventando história e
uns debilóides, que não se dignam pesquisar, ficam batendo palmas pra
maluco dançar e se debruçam no computador para compartilhar fakes e fazer
comentários imbecis.
Mas, qual é a bronca? Bem, “desde o começo do ano, o
ministro Ricardo Salles vem questionando a eficácia do fundo e sugerindo
mudanças no seu formato. Em maio, ele afirmou que o “pente-fino” encontrou
problemas como irregularidades na prestação de contas, contratos sem licitação
e gastos excessivos. “
É lógico que tinha alguém mamando e o alarde foi geral.
Ninguém quer deixar de embolsar uma graninha extra dos søsken noruegueses,
nem dos brüder alemães.
Graninha pesada, diga-se de passagem.
E por falar nisso, onde foi parar essa dinheirama toda? O
desmatamento começou agora em 2019, no governo Bolsonaro?
Vejamos algumas manchetes e textos reduzidos das matérias:
AMAZÔNIA
Governo debate dados parciais com ONGs; área derrubada se
estabiliza no patamar do equivalente a um Sergipe. Desmatamento em 2003 supera
21 mil km2.
LUCIANA CONSTANTINO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O governo federal divulga hoje, em Brasília, o índice de
desmatamento na Amazônia em 2003, que deve superar a marca anterior de 25.400
km2, podendo chegar a 30 mil km2. A estimativa foi feita ontem por
representantes de entidades ligadas à Amazônia após reunião com o Ministério do
Meio Ambiente, da qual também participou a ministra Marina Silva.
Para chegar à previsão, especialistas utilizaram dados de 77
imagens das áreas mais críticas de desmatamento, englobando 416 municípios. Nos
nove Estados que aparecem nas imagens de pontos mais críticos, o total
devastado ultrapassa 21.500 km2 no período entre agosto de 2002 e o mesmo mês
do ano passado.
Um grupo de 25 municípios em três Estados -Mato Grosso, Pará
e Rondônia- é responsável por 50% dessa área. Juntos, tiveram 10.560 km2
devastados, o que representa quase duas vezes a área do Distrito Federal. O
campeão é São Félix do Xingu (PA), com 1.332 km2.
SÃO PAULO (Reuters) - O desmatamento na Amazônia atingiu 268
quilômetros quadrados em maio deste ano, mais do que o dobro no mesmo mês de
2010, quando chegou a 109,6 quilômetros quadrados, informou nesta quinta-feira
o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O Mato Grosso, principal produtor de soja e algodão do país
e que abriga o maior rebanho bovino do Brasil, foi o Estado que mais sofreu
desmatamento, com 93,7 quilômetros quadrados, de acordo com o sistema de
Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe.
O sistema do Inpe registra tanto as áreas de corte raso,
quando os satélites detectam a completa retirada da floresta nativa, quanto
áreas classificadas como degradação progressiva, que revelam o processo de
desmatamento na região.
Levantamento divulgado pelo Imazon este mês também apontou
aumento no desmatamento em maio. De acordo com o Instituto do Homem e Meio
Ambiente da Amazônia, a floresta perdeu 165 quilômetros quadrados no mês
passado, o que levou a um aumento nas emissões de CO2 equivalentes de 55,6 por
cento na comparação anual.
O Pará liderou o desmatamento em maio, de acordo com o
Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon, respondendo por 39 por
cento da destruição florestal no período. Em seguida vieram Mato Grosso (25 por
cento) e Rondônia (21 por cento).
Nos meses de março e abril, o desmatamento da Amazônia foi
de 593 quilômetros quadrados, segundo o Inpe, uma forte alta em comparação ao
mesmo período de 2010, de 472,9 por cento, o que levou o Ministério do Meio
Ambiente a criar um gabinete de crise para apurar as causas deste aumento.
Edição do dia 21/03/2015 do Jornal Nacional
Desmatamento na Amazônia cresce 215% em um ano, segundo o Imazon.
Área desmatada é maior que a cidade de São Paulo, revela
instituto de pesquisa, que monitora o desmatamento na Amazônia há mais de 20
anos.
O instituto de pesquisa Imazon, em Belém, monitora o
desmatamento na Amazônia há mais de 20 anos. No levantamento divulgado esta
semana, foram derrubados 1.700 quilômetros quadrados de floresta nativa, entre
agosto de 2014 e fevereiro deste ano. A área desmatada é maior que a cidade de
São Paulo.
Comparando essa derrubada com o período anterior, o
desmatamento na Amazônia aumentou 215%.
G1 23/11/2018 18h52
Desmatamento na Amazônia cresce 13,7% entre 2017 e 2018,
dizem ministérios
Área perdida de floresta é de 7.900 km², contra 6.947 km²
desmatados no mesmo período analisado anteriormente.
Por Carolina Dantas, G1
O desmatamento na Amazônia cresceu 13,7% entre agosto de
2017 e julho de 2018, de acordo com nota conjunta divulgada nesta sexta-feira
(23) pelos ministérios do Meio Ambiente e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
A área desmatada é de 7.900 km², contra 6.947 km² perdidos no mesmo período dos
anos anteriores.
A taxa preliminar foi obtida pelo Projeto de Monitoramento
do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), do Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ela é criada por meio de imagens de satélite que
registram e quantificam as áreas desmatadas maiores que 6,25 hectares. O
levantamento usa apenas dados de quando há remoção completa da cobertura
florestal por corte raso.
O desmatamento registrado é o maior desde 2008, quando a
área desmatada de floresta foi de 12.911 km².
Acho que o governo precisa intensificar a guarda da nossa floresta,
combatendo o desmatamento ilegal, o trabalho escravo e fiscalizando o
desmatamento legal. Vamos botar gente na mata, na beira dos rios, nas estradas,
nos portos.
É isso que precisa ser feito, em conjunto com uma política mais
severa nesse tipo de combate. Nisso, peço providências aos nada culpáveis
Bolsonaro e Salles, para quem tiro meu chapéu.
Este é o meu ponto de vista!






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