quinta-feira, 9 de novembro de 2023

AS ELEIÇÕES NA ARGENTINA

No dia 19 de novembro de 2023 os olhos da América do Sul estarão voltados para a Argentina. O segundo turno das eleições será decido nas urnas. É um importante passo para los hermanos, mas interessa muito a outros países, como o Brasil, onde o atual governo se esforça para manter e até ampliar a quantidade de países sob o domínio esquerdista. Nesse caminho, o presidente Lula enviou 3 ou 4 marqueteiros lulopetistas para comandar uma equipe de 20 publicitários para reforçar a campanha do candidato esquerdista Sergio Massa. Bem, Sergio Massa liderou a votação no primeiro turno, o que é de estranheza para os analistas políticos (independentes), já que Massa é o atual ministro da Economia, Agricultura e Desenvolvimento Produtivo da Nação Argentina. E a economia na Argentina vai de mal a pior, onde a inflação pode chegar a 200% até o final do ano, com taxas de juros a 130%. Vale lembrar que Massa é apoiado pelo atual presidente, Alberto Fernández, que é de um partido populista de esquerda.
Só que o economista Javier Milei, considerado de extrema direita, aparece bem colocado nas pesquisas, embora algumas divirjam, ora dando preferência para um e para outro. Nessa disputa entre Milei e Massa, quem tem papel impotantíssimo é Patrícia Bullrich, conservadora, 3ª colocada no primeiro turno, com 23,83% de votos válidos. Não precisa ser nenhum mestre da Matemática para entender a situação. Caso Massa mantenha seu percentual de 36,68%, e se metade dos votos de Patrícia forem para Milei (já que ela apoia o candidato de direita) já teremos Milei à frente na disputa.
Logico que caso se confirme a vitória de Milei, as relações diplomáticas entre Brasil e Argentina tendem ficar abaladas, já que o candidato argentino demonstra total repúdio ao presidente brasileiro. Para o povo argentino, pode esatr renascendo a esperança de dias melhores, já que Milei tem como promessa de campanha a dolarização da economia e a extinção do banco central. Ainda na economia, prometeu reduzir impostos e abandonar o Mercosul, negando-se também a manter comércio com "países comunistas" — China e Brasil, por exemplo, de acordo com sua própria definição. Vamos aguardar e torcer para que los hermanos consigam superar essa crise.

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