Chico
Buarque, o “fofo”, gostava mesmo é de roubar carro na juventude!
Como não podia deixar de ser, a esquerda se manifesta
contra o presidente (mais uma vez), defendendo seu ilustre menino-propaganda
Chico Buarque. Todos que são contra o presidente viram símbolos, ícones, ídolos
e não sei mais o quê. Independente dos vários livros publicados pelo Francisco,
o presidente deve ter se negado a assinar o Prêmio Camões, pelo histórico do
dramaturgo, músico e escritor, como militante de esquerda e como um burguês
envolvido com outras arruaças que não condizem com seu posicionamento político.
Em 2015, o jornalista Rodrigo Constantino, da Gazeta
do Povo, publicava no seu blog um artigo muito interessante e que comprova esse
“amor” que os petistas têm por pessoas envolvidas com roubos, falcatruas, desvios
de verba pública, corrupção, vandalismo, e outras coisas do gênero. Transcrevo,
na íntegra, a matéria.
"Chico Buarque é um Deus para muitos brasileiros
retardados. Não ouse falar mal desse símbolo nacional! Mas o problema do
compositor não é “apenas” defender o PT, o que já seria grave.
Ele sempre defendeu o que há de pior, foi garoto-propaganda do regime
cubano, o mais nefasto e assassino do continente, faz apologia ao crime dos
invasores do MST etc. Chico flerta com a bandidagem não é de hoje.
E não pense que exagero por questões ideológicas. Antes
fosse! A imagem criada por Chico Buarque na mente das pessoas é a da
vitimização dos “oprimidos”, que acaba justificando todo tipo de crime. O
compositor Chico Buarque tem tudo a ver com essa mentalidade do “coitadismo”.
Os “bandidos do bem” podem não ser uma criação sua, mas receberam grande
incentivo do artista petralha.
E ele mesmo confessa que seu “passatempo” na juventude
era roubar carros, ou ao menos depredá-los. Uma “brincadeira” de filhinho
de papai idiota, sem limite, com o rei na barriga, sentindo-se impune e
aplacando seu tédio “burguês” com adrenalina “revolucionária”. [Em vídeo, já
deletado pelo You Tube, observamos] para o absurdo da coisa, para a
naturalidade com a qual o delinquente relata suas “brincadeiras”, como se
fossem a coisa mais normal do mundo: “Não tem maconha ou cocaína? Então vamos
roubar uns carros mesmo!” O leitor acha isso razoável? Quando se sente
entediado, você por acaso sai por aí quebrando propriedade alheia e roubando?
No meu Esquerda Caviar, entre as vinte possíveis
origens do fenômeno, identifiquei justamente o tédio dos burguesinhos
mimados. Escrevi:
Não podemos excluir ainda o puro tédio como imã para a
esquerda caviar. Vivendo vidas seguras e confortáveis, fúteis e vazias, a fina flor
da esquerda abraça ideias revolucionárias ou exóticas apenas para afastar de si
a angústia de suas existências. A sociedade da abundância ajuda a parir os
radicais chiques. São os “senhorzinhos satisfeitos” de que falava Ortega y
Gasset.
Normalmente incapazes de se enquadrar ao sistema, por
considerarem aquelas pessoas de classe média “felizes” com suas distrações
burguesas, tais como novelas e futebol, um bando de alienados, esses membros da
elite entediada partem para aventuras mais radicais. Eles precisam “cair fora”
(drop out) da sociedade, buscar alternativas que ofereçam um novo sentido a
suas vidas.
[…]
Os “revolucionários” de maio de 68 mostraram como uma turma
rica e alienada pode ter necessidade de dar vazão à sua “pulsão de morte” destruindo
as coisas em volta, atacando a própria riqueza que usufruem, mas desprezam.
Querem ser os heróis dos “oprimidos” e injetar um pouco de adrenalina em suas
vidas tediosamente confortáveis, porém vazias e fúteis. E querem apagar o
passado de vergonha, como interpretou Nelson Rodrigues.
“Eis o que me ocorreu: a França tem todo um potencial
de heroísmo inédito, frustrado. Não fez a guerra, e repito: os outros lutaram
por ela. Os alemães perfuraram Sedan e deslizaram em solo francês. E todo o
povo, com atraso de vários anos, precisa sentir-se herói. Cada carro virado é
um tanque alemão. Os franceses estão fazendo a guerra. Essa ferocidade tardia,
espetacular, é uma vingança contra a capitulação”.
O dramaturgo brasileiro ainda espetou os “revolucionários”
daquela época: “Fazer greve na França é muito menos arriscado do que
atravessar uma rua na Guanabara”. Os “heróis” da época clamavam por
algumas cacetadas da polícia, e aqueles que eram presos temporariamente
contavam vantagem sobre os demais. Era motivo de orgulho ostentar uma prisão,
mas eles sabiam que, no fundo, não corriam risco real nesse sistema
“repressor”.
Maurice Jouyex, revolucionário sindicalista dessa época, deu
voz ao sentimento de muitos quando escreveu sobre sua experiência pouco tempo
depois:
“Para mim, militante revolucionário, era algo
incompreensível: era de fato uma brincadeira, uma vontade de fazer qualquer
coisa, a vontade de mandar à merda o pai, a mãe, o professor e os políticos”.
E o manifestante atual, jogando pedras nos policiais e depredando
patrimônio público, pensa que inventou a roda! Trata-se apenas de um farsesco
revival desse clima revolucionário de outrora, quando vários jovens de classe
média canalizavam para os protestos sua fúria da vida. Qualquer semelhança com
as manifestações de junho no Brasil não é mera coincidência.
![]() |
| Chico, em Paris, preocupadíssimo com o Brasil |
Esse tédio rebelde, alimentado pelo conforto ocidental (há
menos ócio quando se luta para sobreviver com o básico), pode levar a extremos
ideológicos ou físicos. Muitos jovens buscam as drogas ou “tentam” se suicidar
(quem realmente quer, normalmente consegue) em busca de emoção e atenção. É um
grito de desespero. Theodore Dalrymple, que trabalhou com centenas dessas
pessoas, escreveu em Life At The Bottom:
A maioria das vítimas de overdose – não todas, é claro –
vive em um vazio existencial. Deles são vozes chamando de um abismo – um abismo
criado em grande parte pela ideia, vendida por gerações de intelectuais, de que
a segurança material e as relações humanas sem restrições de qualquer tipo de
necessidade libertariam a humanidade, para além dos sonhos do passado obscuro
ou de eras menos afortunadas.
Agora ficou mais claro entender os motivos que levam Chico
Buarque a se calar sobre petrolão, mas escrever música de “protesto” contra o
governo Alckmin em defesa de “estudantes” vagabundos mobilizados por partidos
de extrema-esquerda que invadem e depredam escolas em vez de estudar?”
Rodrigo Constantino
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